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Minha teoria sobre…

PAIXÃO 

Sim, falarei de paixão!

Paula, você agora é conselheira amorosa?

A resposta é: NÃO!

Nada contra os conselhos das revistas, das blogueiras, das mães, das amigas ou seja de quem for… Tudo nessa vida é válido, inclusive a opinião de quem acompanha a gente. Só que se apaixonar, se decepcionar, não entender mensagens subliminares, chorar, dramatizar, sofrer, terminar, voltar, recomeçar, se reapaixonar, e esquecer porque encontrou alguém muito “melhor” é natural do ser humano. Então, nada de dramas desnecessários, meninas!

Tudo esclarecido, vamos pular para a parte da minha teoria sobre paixão que eu divido em duas partes:

1º – O primeiro tipo de apaixonado é quando você conhece alguém, sente atração física e mental (borboletas, suores frios, boca seca e todo tipo de sintoma estranho só porque seu objeto de desejo te disse “oi”), fica curioso (a) para saber mais sobre a pessoa, vai gostando, apaixonando e colocando foco em apenas um ser humano. Você consegue enxergar a si e também a outra pessoa. A vida de vocês se complementam, você passa a frequentar as reuniões com os amigos dele, ele entra na sua casa antes de saírem a noite e troca uma ideia com a  sua mãe… E por aí as coisas vão evoluindo e se tornando sólidas, mesmo com algumas tempestades. Enfim, você é um apaixonado ‘normal’!

 2º – O segundo tipo de “apaixonado” é o que mais me apavora! O individuo não se apaixona por uma pessoa real, e sim pela ideia de estar apaixonado. Pela ideia de ter alguém a seu lado e por isso sempre que termina um relacionamento imediatamente emenda outro. Quem está de fora se pergunta: “mas como? eles não juraram amor eterno ontem?” Isso porque, de fato, o que move esse tipo de pessoa não são os sentimentos nutridos por outra, e sim  o ato da conquista, do desafio, os dramas e cenas de ciúmes “encenadas” e exageradas. Claramente isso é uma psicopatia. Raramente nesse tipo de relação um enxerga o outro como é, muito menos tem uma ligação sincera e estável. Há sempre uma avalanche por vim, um perigo, um medo, uma tensão no ar. Na maior parte da vezes não dura muito e quando demora um pouco mais que o esperado, é por causa da tal dependência emocional  (e muitas vezes doentia) que se estabelece entre o casal.

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Entenderam bem a diferença? Tenha cautela e saiba diferenciar bem a ideia de estar apaixonado do sentimento real. Analise detalhadamente seu namoro, seu casamento, a pessoa que está a seu lado. É possível ser feliz passando um tempo solteiro, e ninguém morre por ficar sem o status de “namorando”. Além disso, é muito bom  e aconselhável desintoxicar de uma relação antes de entrar na próxima história.

Você ainda se recorda de como era e do que gostava de fazer antes daquele namoro sombrio? Lembre-se que existe muito mais lá fora, há um mundo inteiro para ser descoberto e explorado. Entenda de uma vez que a vida amorosa faz parte da vida, mas não é a vida.

Antes de se apaixonar por alguém, certifique-se de que o seu amor próprio está intacto!

Pense nisso e seja feliz!

 

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